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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

2012: O ano de Resident Evil


Você está prestes a entrar em um mundo de Survival Horror e este caminho pode ser sem volta...


A Retribuição ou "Meu nome é Alice e esse é o meu mundo..."


Você que está aí, sentado na frente do computador curtindo as férias já parou para pensar como seria o seu mundo devastado por um apocalipse zumbi? Um mundo em que a tecnologia saiu do controle e dominou a mente deturpada dos homens... Pois bem, Milla Jovovich nos convida a imaginar: Esse é o seu mundo? "Meu nome é Alice e esse é o MEU mundo!", fala a protagonista da franquia de Resident Evil nos cinemas botando banca:





Resident Evil Retribution deve chegar aos cinemas em Setembro deste ano e conta com Michelle Rodriguez( Rain O' Campo) , Sienna Guilory (Jill Valentine), Oder Fehr (Carlos Olivera), Boris Kodjoe (Luther West), Li BingBing (Ada Wong), Johan Urb (Leon S. Kennedy), Kevin Durand ( Barry Burton), Colin Salmon (One) e Milla Jovovich (Alice). O  teaser não revela muita coisa, mas já dá para saber que veremos o passado da personagem, o retorno de velhos conhecidos (que morreram nos filmes passados) e novas adições (Ada Wong!). Retribution conta com cenas em uma estação nuclear Russa e na China e vai levar as grandes telas a luta entre Alice e Jill, (é hora de dar o troco não é Miss Valentine?).


Eis a sinopseO vírus mortal T, desenvolvido pela Umbrella Corporation, continua dizimando o planeta Terra, e transformando a população global em legiões de mortos-vivos comedores de carne. A única e última esperança da raça humana, Alice (Milla Jovovich), desperta no centro de operações clandestinas da Umbrella, e descobre mais segredos do seu passado misterioso conforme se aprofunda no complexo. Sem um porto seguro, Alice continua a caçar os responsáveis pelo vírus; uma perseguição que a leva de Tóquio a Nova York, Washington, DC e Moscou, culminando em uma revelação alucinante que irá forçá-la a repensar tudo o que ela acreditava ser verdade. Ajudado por seus novos aliados e antigos amigos, Alice precisa lutar para sobreviver o tempo suficiente para escapar de um mundo hostil que está prestes a ser destruído. A contagem regressiva já começou...

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

WhiteMoon Dreams está produzindo game ambientado no cenário de reinos de ferro

Game deve entrar para a lista de jogos baseados em cenários famosos de RPG como Baldur's Gate e Neverwinter Nights
Por Ramiro Emanoel
        
Warmachine! Esse nome já é conhecido por adeptos ao cenário Reinos de Ferro o que parece que interessou a empresa WhiteMoon Dreams que irá  produzir um jogo que deve reproduzir a sensação do RPG de mesa.
Há alguns anos, a empresa começou a criação de Warmachine, um jogo no qual o jogador poderá participar da aventura com personagens famosos do cenário. O game parece dar a oportunidade de se sentir no meio da guerra política dos reinos sendo um conjurador de guerra, uma classe que comanda gigantes da guerra para combates pesados. O legal do game é que você poderá escolher a qual exercito vai pertencer.
 Trailer de Warmacinhe:  

        Podemos ver no vídeo um gráfico muito bom para a jogabilidade e também que vão existir bons combates, parte do trailer é composto por um game play e temos a oportunidade de não jogar apenas com os Conjuradores de combate, o jogador pode também usar os gigantes da guerra para completar a luta pesada, equipamentos Mekânicos (termo usado em Reinos de ferro para ciência + magia) e cenários bonitos ao olhar menos técnico.

Alguns podem falar que esse jogo estava parado nas produções, mas o site oficial deles parece sempre está em movimento, imagens sendo postadas e comentários, ele está em sua rota quase final para aparecer no mercado e eu e claro que vou comprar o meu.

         Um lugar de vapor e feitiçaria -  Reinos de Ferro (Iron Kingdons) é um RPG da editora Privateer Press que usa as regras do sistema D20. Atualmente possui poucos suplementos traduzidos, ainda assim tem uma temática original e uma boa jogabilidade.
A história nos fala de uma terra que há mais de mil anos atrás era um aglomerado de cidades estado sem organização e em constante guerra. Líderes e reis caiam facilmente, mas do outro lado do mar vieram o povo de Orgoth, uma raça maligna e poderosa que iria mudar o destino de Immorien para sempre. Foi depois de uma revolução industrial e a escravidão do povo que o continente ficou conhecido como Reinos de Ferro, um lugar de robôs gigantes à vapor e bruxaria antiga.
        Depois que os escravistas foram banidos o reino ficou em paz, mas essa paz não durou muito tempo antigas rixas culturais vieram à tona e agora cada povo tem um motivo para começar uma guerra, a magia e ciência são uma só, uma raça está perto de sua extinção e perigos ainda estão para vir.
Site Oficial do jogo:
www.whitemoondreams.com/warmachine

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Aquelas aulas perdidas no Fliperama...

Fight Never Ends!
Pois é de hadouken e hadouken que a gente chega lá!

A gente ia para a escola, esperava os amigos. Aí vinha a aula de matemática, vinha o sono e a vontade de fugir. Ainda bem que sempre tinha um Fliperama por perto para salvar os alunos do tédio! Benditos sejam os donos de playtimes que fizeram das nossas vidas um pouco mais felizes.

Não sou especialista em games, também não era um assíduo frequentador de PlayTimes. Isso mudou depois que descobri The King of Fighter 98 em uma toca atrás da escola. Duas máquinas Arcades, ficha por dez centavos, uma garrafinha de uva. O que querer mais da vida?

Lá aprendi que Athena e Kim são as melhores opções pra quem não sabe jogar. May é a diva do KOF e Iory é o fodão, para profissionais da sequencia. Com apenas uma pífia moeda, nos divertíamos muito, cada um pegava um boneco e pronto. Sempre tinha aquele amigo que salvava a ficha, às vezes, eram “3 por um real” (sabem o que eu estou falando né?) e mesmo que estivéssemos perdendo, sempre tinha o troco daquela garrafinha de uva. (Dudu, sacolé já que nosso blog é nacional ^^).

Vamos jogar uma ficha?
Pois é, os jogos assim como nós, cresceram e evoluíram. Uns para pior, outros para melhor. Outros ainda reinventaram a história dos games de luta. Posso dizer que os mais importantes, aqueles que jogava durante as matadas de aula, foram, além do KOF, foram Tekken 3, Samuray Shodown, Last Blade, Marvel x Capcom e as diversas versões de Street Fighter.

Reencontrei alguns deles esse ano. Alguns estão bem, outros nem tanto. Alguns teimam em não se aposentar. Mas o fato é que eles continuam fazendo a cabeça de muita gente...

Vejam como foi o meu encontro com alguns destes jogos:

Como eles estão hoje?

sábado, 5 de novembro de 2011

MTV Games no Ar

MTV aposta na popularidade de PC Siqueira e lança um programa voltado para os game maníacos


Foi ao ar na noite desta última sexta feira 04/11 o novo programa da MTV voltado para os amantes dos games. O MTV Games, liderado pelo vlogger PC Siqueira e Diego foi um dos assuntos mais falados do twitter. Com análises de Gears of War 3 e o encerramento dessa trilogia de sucesso do Xbox 360, Gunstringer, o recém-lançado NeverDead, FIFA 12 e Pro Evolution Soccer 2012 e um bate papo com Lucas do Fresno que mostrou a sua coleção de consoles antigos, o programa é uma opção para quem curte uma discussão sobre jogos na TV aberta. Desde 2006 com o fim do G4 Brasil exibido pela Rede Bandeirantes, a TV brasileira não apostava em um projeto como este. Quem sabe agora com toda essa revolução NERD a coisa não pegue no tranco de vez? O Programa vai ao ar toda sexta feira a partir das 21:30h (Horário de Brasília) MalkBlog indica!



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Acesse também o novo portal sobre games da MTV Brasil: http://games.mtv.uol.com.br/

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dungeons & Dragons... Online e o Mundo de Eberron

Por: Bruno Torres



Os jogos de MMORPG (ou RPG online) quase sempre fizeram parte de nossas vidas (digo aos RPGistas). Um jogo referência nesse campo dos jogos eletrônicos é o famoso World of Wacraft, que é sem duvida o mais abrangente dos deles, fazendo com que você passe por várias situações possíveis; existindo até vários “tipos” de jogos dentro do próprio jogo, mas vamos nos desviar um pouco disso.

Imagine agora o velho e clássico RPG eletrônico de ação (como Diablo, por exemplo), um jogo em que passamos por uma aventura, ultrapassamos desafios programados, mas que ainda assim, somos nós que construímos os personagens. Parece que a Wizzards tentou fazer uma “misturada” nesses dois estilos (e cá entre nós, não ficou ruim).

A Partir de um cenário de RPG de mesa de D&D, que se chama Eberron, eles criaram um mundo virtual e fantástico. Usaram seu velho estilo de regras do D&D 3.5 (porém com modificações necessárias). O Jogo é um MMORPG com essência de RPG de Ação (ou virse-versa), uma mistura bem inovadora na área dos jogos que parece ser ótima e rende bons momentos de diversão.

Um Beholder é sempre um problema!
Inicialmente o game era pago, porém não deu muito certo. Isso não rendia o tanto que eles queriam,  estavam perdendo um grande numero de jogadores.  Decidiram então deixar o jogo gratuito (apenas para fins de classificação). O jogo para todos os efeitos era gratuito, porém essa gratuidade é um pouco “mascarada”. Os personagens dos jogadores que não fazem os portadores do servidor lucrar perdem acesso a muita coisa.

Algumas raças são apenas para jogadores pagos, a classe básica Monge também, objetos fantásticos e sem duvida o que mais pesa são os vastos territórios que estão espalhados no mundo, grande parte é apenas para quem pode pagar. Mas podem ficar sossegados que isso não tira a essência do game, você ainda pode fazer seu personagem e se divertir bastante num mundo de MMORPG bem ao estilo do clássico Dungeons & Dragons.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

PC Games e seus periféricos


Por Lázaro - Arauto - Júnior

Olá pessoal!
 
Todos nós aqui adoramos nossos games e sempre procuramos investir na qualidade da nossa diversão e imersão no "mundinho" proporcionado pela telinha e controlado por nossas hábeis (ou nem tanto) mãos. Mas ao gastar uma grana em monitores e componentes da "CPU of Dreams", esquecemos de alguns detalhes, como teclado, mouse e caixas de som.

Os periféricos, por serem comumente baratos, têm seus potenciais subestimados pela maioria dos gamers. Pensando nisso, iniciei uma pesquisa para adquirir bons periféricos, com mais botões e o tão prático wireless. Obviamente, nessa busca pela imersão "gamemaníaca", encontrei alguns sonhos de consumo que divido aqui com vocês:

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